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LOA de R$ 5,7 bilhões enviada por Abilio à Câmara de Cuiabá

O prefeito Abilio Brunini enviou a LOA 2027 com orçamento de R$ 5,7 bilhões. Confira os detalhes sobre os investimentos em Saúde e Educação agora.

A Lei Orçamentária Anual (LOA) para o exercício de 2027 foi oficialmente encaminhada pelo prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), à Câmara Municipal. O projeto estima uma receita total de R$ 5,7 bilhões para o próximo ano fiscal.

O planejamento financeiro do Executivo municipal reserva as maiores fatias do orçamento para as pastas de Saúde e Educação. Juntos, esses dois setores devem receber R$ 3 bilhões, montante que representa mais da metade de todas as despesas previstas para o período.

Detalhamento da LOA e prioridades orçamentárias

Além das áreas prioritárias, o restante do orçamento municipal contempla diversos setores essenciais para a administração da capital mato-grossense. O planejamento prevê a distribuição de recursos para manter o funcionamento da máquina pública e os serviços básicos.

Confira a distribuição de parte das despesas previstas:

Previdência Social, Urbanismo e Administração; Transporte Público e Assistência Social; Repasses obrigatórios à Câmara Municipal. Essas áreas, somadas, totalizam R$ 2,4 bilhões em gastos projetados. Por outro lado, setores como Cultura, Saneamento, Segurança, Esporte, Agricultura e Gestão Ambiental possuem uma reserva conjunta de aproximadamente R$ 200 milhões.

Comparativamente, a LOA de 2026 foi aprovada em dezembro de 2025 com um orçamento de R$ 5,4 bilhões. Portanto, o Executivo trabalha com a expectativa de um incremento de R$ 300 milhões na arrecadação total para o próximo ciclo.

A composição da receita municipal é estruturada da seguinte forma:

R$ 2,9 bilhões provenientes de transferências correntes e outras receitas; R$ 2 bilhões derivados de impostos, taxas e contribuições de melhoria; R$ 705 milhões de receita intraorçamentária e R$ 200 milhões em receitas patrimoniais. O envio da proposta ocorre em um cenário político delicado. Anteriormente, os vereadores rejeitaram a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDOA), que é um instrumento fundamental para a análise da LOA. O impasse ocorreu devido a divergências sobre a modulação apresentada pelo prefeito.

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Fonte: rdnews.com.br