Ataques Houthi ao aeroporto de Riade deixam três mortos
ataques Houthi: Três pessoas morreram após mísseis atingirem o Aeroporto Internacional Rei Khalid, em Riade. Confira agora os detalhes deste ataque na.
ataques Houthi — Um ataque com mísseis contra o aeroporto internacional de Riade resultou na morte de três pessoas, incluindo um piloto de linha aérea, na última quinta-feira. A Arábia Saudita confirmou o incidente após os rebeldes Houthi, do Iêmen, assumirem a autoria de uma série de disparos contra a infraestrutura da capital.
A autoridade de aviação civil saudita detalhou que dois mísseis atingiram o Aeroporto Internacional Rei Khalid e uma aeronave da companhia Saudia. O impacto causou o que o governo descreveu como o “martírio de três cidadãos”.
Além disso, A companhia aérea confirmou, na sexta-feira, o falecimento do comandante Hamoud Ali Alkalthami. Em nota oficial, a empresa expressou profundo pesar e prestou condolências aos familiares, honrando a memória do profissional com respeito.
Impactos dos ataques Houthi em Riade
A ofensiva gerou um clima de tensão na capital saudita. Diplomatas foram orientados a permanecer em abrigos, enquanto escolas internacionais implementaram protocolos de segurança rigorosos devido ao som de explosões na cidade.
Portanto, O funcionamento do aeroporto foi severamente afetado. Diversos voos sofreram atrasos ou cancelamentos, e as autoridades recomendaram que passageiros verificassem o status de suas viagens antes de se deslocarem. Confira mais detalhes sobre o cenário geopolítico na nossa categoria de notícias.
Além dos danos diretos ao aeroporto, a agência de defesa civil relatou que destroços da interceptação dos mísseis atingiram outros pontos da cidade:
Um jardim-de-infância foi danificado pelos fragmentos. Um complexo médico também sofreu avarias estruturais. Não foram divulgadas informações sobre possíveis vítimas nesses locais específicos. É raro que autoridades sauditas reconheçam publicamente danos a alvos civis. Recentemente, os Houthi emitiram alertas para que trabalhadores abandonem instalações petrolíferas, após terem atingido uma refinaria importante ao sul da capital.
O conflito, que perdura desde 2014, coloca em xeque a estabilidade da região. Os rebeldes, que controlam Sanaá e centros populacionais iemenitas, enfrentam uma coligação liderada por Riade que tenta, sem sucesso total, conter a ofensiva recente.
A situação humanitária no Iêmen é crítica. Segundo a ONU, mais de 200 mil pessoas foram deslocadas desde julho. Em Taiz, o cerco imposto pelos rebeldes impede o acesso a suprimentos básicos, como água e gás, agravando o sofrimento da população civil.
Fonte: pt.euronews.com