Alô Mato Grosso

Bombeiros controlam incêndio em área de serra em Chapada dos

Equipes do Corpo de Bombeiros de Mato Grosso atuaram no combate a um incêndio em uma fazenda na região de Chapada dos Guimarães nesta quinta-feira.

Uma equipe do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) foi mobilizada na tarde desta quinta-feira (27) para conter um incêndio que atingiu uma propriedade rural em Chapada dos Guimarães, município localizado a 66 km de Cuiabá.

O chamado para a ocorrência foi registrado por volta das 13h45. O foco de fogo estava concentrado em uma área de serra, situada nas proximidades de um paredão, o que exigiu estratégias específicas de combate por parte dos militares da 11ª Companhia Independente Bombeiro Militar (11ª CIBM).

Para enfrentar as chamas, os bombeiros contaram com o auxílio de maquinário disponibilizado pela própria fazenda. Devido à topografia acidentada e às condições climáticas observadas no momento, a corporação optou pela técnica de contrafogo, medida essencial para frear o avanço do incêndio e garantir maior controle sobre a área afetada.

Após a contenção do fogo, os militares realizaram o trabalho de rescaldo. Essa etapa é fundamental para identificar e extinguir possíveis pontos de calor remanescentes, evitando assim que o incêndio voltasse a ganhar força.

De acordo com as informações oficiais divulgadas pela corporação, não houve registro de feridos durante a operação. Até o momento, as causas que deram origem ao incêndio permanecem desconhecidas.

O CBMMT aproveitou a ocasião para reiterar o alerta à população sobre as restrições vigentes quanto ao uso do fogo. Nas zonas urbanas, a prática é proibida durante todo o ano, sem exceções.

Já no que diz respeito às propriedades rurais situadas nos biomas Cerrado, Amazônia e Pantanal, existe um decreto que veda o uso e o manejo do fogo no período compreendido entre 1º de julho e 30 de novembro de 2026.

A utilização irregular do fogo em qualquer uma dessas situações pode ser enquadrada como crime ambiental, sujeitando os responsáveis às penalidades estabelecidas pela legislação vigente. Além das sanções legais, a corporação destaca que a prática coloca em risco o meio ambiente e a segurança das comunidades locais.

Fonte: midianews.com.br