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Janaina Riva minimiza resistência no PL e classifica disputa

Candidata ao Senado pelo MDB, Janaina Riva comentou as divergências internas no PL e defendeu que o projeto coletivo deve prevalecer sobre interesses individuai

Candidata ao Senado pelo MDB, Janaina Riva comentou as divergências internas no PL e defendeu que o projeto coletivo deve prevalecer sobre interesses individuais.

A deputada estadual Janaina Riva, que concorre ao Senado, afirmou considerar perfeitamente compreensível a resistência manifestada por alguns integrantes do PL em relação à aliança firmada com o MDB e à sua própria candidatura. A parlamentar abordou o cenário político atual durante entrevista concedida à TV Vila Real.

O questionamento surgiu diante da postura pública adotada por lideranças do Partido Liberal, como é o caso do deputado federal José Medeiros. Embora as siglas tenham oficializado uma coligação, Medeiros, que também busca uma vaga no Senado, já deixou claro que não pretende declarar apoio à candidatura de Janaina.

Ao comentar o posicionamento de seus aliados de coligação, a candidata enfatizou que seu objetivo principal é conquistar a preferência do eleitorado e alcançar a primeira colocação na disputa. Para ela, o embate por espaços de poder dentro de um grupo político faz parte da dinâmica eleitoral.

"Vou trabalhar para ser a primeira colocada. Entendo essa disputa por espaço como algo natural" , declarou a deputada durante a entrevista. Ela reforçou que, em sua visão, as ambições individuais dos políticos não devem se sobrepor aos interesses da coligação ou às necessidades coletivas da sociedade.

Janaina Riva aproveitou a oportunidade para lembrar que a parceria entre o MDB e o PL não é um fato inédito no cenário político de Mato Grosso. Segundo a candidata, as legendas já caminharam juntas em pleitos passados, o que torna a atual composição uma estratégia já testada e conhecida pelos eleitores.

A parlamentar questionou a lógica de parte dos críticos internos, levantando um ponto sobre a coerência das alianças. "Por que o MDB serviu há quatro anos e não serve hoje?" , indagou, reforçando que a atual união entre os partidos segue a mesma lógica de colaboração estabelecida em ciclos eleitorais anteriores.

Apesar das divergências pontuais com nomes como o de José Medeiros, a candidata mantém o discurso de foco na campanha. O cenário demonstra que, mesmo com a formalização das chapas, as tensões internas persistem, exigindo que as lideranças busquem um equilíbrio entre as aspirações pessoais e o projeto político que une as siglas.

Fonte: midianews.com.br