Operação Cathedra Venalis investiga corrupção de 15
O Gaeco deflagrou a Operação Cathedra Venalis contra 15 vereadores em Mato Grosso por suspeita de corrupção. Confira agora os detalhes da investigação.
A Operação Cathedra Venalis , deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) nesta terça-feira (20), apura um esquema de corrupção envolvendo 15 vereadores de Várzea Grande e Cuiabá. A ação cumpriu 30 mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos investigados nos municípios de Cuiabá, Várzea Grande e Chapada dos Guimarães.
Entre os alvos da operação estão 13 parlamentares de Várzea Grande e dois de Cuiabá. Além dos legisladores, a diretora financeira da Câmara Municipal e um secretário legislativo também são investigados pelas autoridades. O foco principal das diligências é identificar possíveis irregularidades na Mesa Diretora da Câmara de Várzea Grande.
Detalhes da Operação Cathedra Venalis
Além disso, O Gaeco busca reunir novos elementos probatórios para aprofundar as investigações sobre uma suposta organização criminosa. O grupo é suspeito de atuar em crimes contra a administração pública, incluindo a obtenção de vantagens indevidas, cooptação de agentes públicos e práticas de corrupção.
A investigação teve início após uma denúncia anônima recebida em maio deste ano. O relato apontava crimes como ameaça, extorsão, chantagem e cárcere privado. O estopim foi um evento organizado pelo vereador Wanderley Cerqueira (MDB), presidente da Mesa Diretora para o biênio 2025-2026.
Portanto, Confira abaixo alguns dos parlamentares citados na investigação:
Wanderley Cerqueira (MDB) Wender Madureira (Republicanos) Gisa Barros (Podemos) Lucélia de Oliveira (Agir) Dr. Miguel Júnior (Cidadania) Segundo as apurações, Wanderley Cerqueira teria cooptado 12 dos 23 parlamentares para garantir sua reeleição à presidência da Mesa. Relatos indicam que os vereadores teriam sido mantidos em uma chácara até o dia da votação, realizada em 14 de maio. Embora tenha vencido o pleito, a eleição foi posteriormente anulada pelo Supremo Tribunal Federal por desrespeito ao marco temporal.
As medidas judiciais visam esclarecer o impacto dessas ações nas atividades administrativas do município. O caso segue sob sigilo enquanto o Gaeco analisa os materiais apreendidos durante o cumprimento dos mandados. Para acompanhar o desdobramento deste caso, acesse a nossa categoria de notícias.
Portanto, o Ministério Público reforça que as diligências buscam garantir a lisura na administração pública. A sociedade aguarda os próximos passos da investigação para entender a extensão das irregularidades apontadas. Fique atento às últimas notícias para novas atualizações sobre este processo.
Fonte: rdnews.com.br