Secretário rebate proposta de Wellington Fagundes sobre Parque Novo Mato Grosso e fala em “despreparo”
Uma nova divergência envolvendo o futuro do Parque Novo Mato Grosso movimentou o cenário político estadual nesta semana. O secretário-chefe da Casa Civil, Fábio
Uma nova divergência envolvendo o futuro do Parque Novo Mato Grosso movimentou o cenário político estadual nesta semana. O secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia Werner, criticou publicamente uma proposta apresentada pelo senador Wellington Fagundes (PL), classificando a iniciativa como resultado de falta de conhecimento sobre o projeto em andamento. A discussão gira em torno das definições para utilização e desenvolvimento da estrutura que está sendo construída pelo Governo de Mato Grosso. O empreendimento é considerado uma das principais obras de infraestrutura e entretenimento do estado, com expectativa de receber grandes eventos esportivos, culturais e empresariais nos próximos anos.
Durante manifestação à imprensa, Werner afirmou que a proposta defendida por Wellington não estaria alinhada com o planejamento técnico elaborado para o parque. Segundo ele, as declarações demonstram desconhecimento sobre os objetivos e o modelo de gestão previstos para o complexo.
Já Wellington Fagundes tem defendido mudanças relacionadas à utilização da área e à destinação de parte da estrutura, argumentando que o espaço poderia ampliar benefícios para a população e fortalecer atividades de interesse público.
O embate ocorre em um momento de intensificação das articulações políticas em Mato Grosso, especialmente diante das movimentações para as eleições de 2026. A troca de críticas entre lideranças reforça a disputa por protagonismo em temas considerados estratégicos para o estado.
O Parque Novo Mato Grosso está sendo construído na região metropolitana de Cuiabá e é apontado pelo governo estadual como um dos maiores complexos de eventos da América Latina. O projeto inclui autódromo, kartódromo, áreas de exposição, espaços para shows e estruturas voltadas ao turismo e negócios.
Nos bastidores, a discussão também é vista como mais um capítulo da disputa política entre grupos que buscam ampliar influência sobre projetos considerados importantes para o desenvolvimento econômico e turístico de Mato Grosso.
Fonte: RDNews e declarações públicas divulgadas por representantes do Governo de Mato Grosso.